Não verificado

Cidadão vítima de CRIME é coagido pela PM e CIVIL e tratado como CRIMINOSO

13:19 Nov 17 2013 Avenida João Firmino, 425 - Assunção, São Bernardo do Campo - São Paulo, 09810-260, Brazil

Descrição
São Bernardo do Campo, 16/11/2013 16h e 36min, mais especificamente na Av. João Firmino, localizada no bairro Assunção.

Um motorista da SBC Trans (Empresa que financiou a primeira campanha e a reeleição do atual prefeito da cidade) foi advertido por passageiros, acerca de sua conduta, enquanto responsável por aproximadamente duas dezenas de vidas, que embarcaram no ônibus sentido bairro.

Visívelmente embreagado, o motorista atravessou toda a AV. João Firmino, em alta velocidade (Aproximadamente a 100Km/h) e ao chegar próximo a mega lombada que fica em frente ao colégio Ábaco, ele deixou de utilizar o freio e simplesmente rampou o obstáculo físico, cuja finalidade é impor a redução de velocidade dada a proximidade de colégios, em seguida após repreensão dos passageiros, o motorista passou a dirigir vagarosamente e utiizando o freio desnecessáriamente, chegando a causar a queda de alguns passageiros, além disso ele não sabia a hora certa de soltar a embreagem, o que causou diversas acelerações desnecessárias que atingiram o limite de RPM do motor.

Ao sair da Av. João Firmino, ele entrou na conhecida Área Verda, de onde partiu para a Estrada dos Alvarengas, onde após advetido e reprimido, acabou quase batendo em um poste que fica em frente so CD da Nestlé.

Dada a gravidade da situação os passageiros reagiram e um deles inconformado pulou a catraca, foi até o motorista e arrancou a chave da ignição, aproveitando que o veículo estava parado e com a porta traseira aberta.

Após um pequeno tumulto entre passageiros e motorista que tentada de forma embriagada discutir e justificar seu estado de torpor, o cidadão que retirou a chave do contato, discou para a Polícia Militar e também para os Fiscais da Empresa, que chegaram juntos ao local, após aproximados 15 minutos.

A Polícia Militar, obviamente agiu em defesa dos interesses de quem possui mais dinheiro e influência, e começou o atendimento a ocorrência transgredindo todos o princípios éticos e morais que deveriam nortear a conduta daqueles soldados que deveriam servir a segurança e ao bem estar da sociedade.

Logo após analisar o ocorrido, o CB PM Ricardo, solicitou que todas as testemunhas embarcassem em outro ônibus que estava passando, e pediu apenas para o cidadão que retirou a chave da ignição permanecer no local.

Sem notar, o cidadão já estava sendo coagido pela "autoridade" policial, que articulava um forma de inocentar o condutor do coletivo, pois todas as testemunhas foram dispersadas, ficando assim mais fácil coagir apenas uma das testemunhas.

Após a dispressão das testemunhas, o CD da PM deslocou-se até o motorista que estava completamente embriagado e sentado no ponto de ônibus, e constatou que ele estava realmente impossibilitado de conduzir o veículo, assim solicitou o documento do cidadão que retirou a chave da ignição e preencheu um Boletim de Ocorrência parcialmente (Apenas com os dados da vítima) e solicitou a ele que assinasse o documento em branco.

A vítima desconfiada logo questionou a respeito da assinar um documento em branco e pediu uma via do B.O, o que lhe foi negado num primeiro momento, após o policial dizer o seguinte: "Estou tentando resolver isso da melhor forma para os dois, se você insistir nisso poderá ser enquadrado no artigo de Falsa Comunicação de Crime", o que imediatamente fez a vítima sentir-se coagida pela Autoridade e pela Legislação que deveria simplesmente defendê-lo.

Mesmo coagida a vítima, solicitou o correto preenchimento do B.O assim como uma via dele, o que segundo o CB da PM só seria possível se todos fossem conduzidos ao DP mais próximo.

Assim sendo a vítima concordou em passear na viatura, contudo o polícial temendo complicações para a empresa, logo pediu para o motorista seguir até o DP na viatura do Fiscal da Empresa, e padiu para a vítima entrar na viatura da PM.

Ao chegar no 3º DP de São Bernardo do Campo que fica no bairro assunção, a vítima percebeu que o motorista não teria se deslocado até lá para registro da ocorrência, pois isto havia sido acordado entre o fiscal da empresa e o Cabo da PM para evitar a prisão em flagrante.

Depois de aproximadamente 40 minutos o fiscal da empresa (Leandro Aparecido de SOuza) apareceu ao DP desacompanhado do motorista (Edgar Almeida dos Santos), apenas para testemunhar a favor do colega de trabalho que já estava em casa rindo a impunidade e da injustiça.

No DP a vítima foi coagida de todas as formas, humilhada e sofreu com piadas e deboches inclusive por parte da delegada de plantão, que ameaçou inclusive prender a vítima por falsa comunicação de crime, pois a vitima não teria como provar a embriaguez do motorista e também teria acusado o Cabo da PM e o escrivão da Civil de Coação sem provas.

Coagido a não registrar o Boletim de Ocorrência a vítima ligou novamente para o 190 e informou o que estava ocorrendo, sendo que a atendente informou que enviaria um supervisor ao local para averiguar o corrido.

Após chegar o supervisor (SG PM Wilson) do Cabo da PM que estava juntamente com o escrivão e com a delegada a produzir provas contra a vítima, uma rodade de elogios foi feita ao Cabo e a sua conduta, desqualificando irônicamente a conduta da vítima.

A delegada então passou a redigir o B.O e a produzir provas contra a vítima, incentivando inclusive a conduta coercitiva dos colegas civis e militares.

A cidadão que retirou a chave da ignição, então deixou de ser vítima e passou a ser considerado um criminoso, sendo tratado inclusive desrespeitosamente e ignorantemente como tal.

Após uma rodada de especulação e humilhação, o cidadão sentindo-se extremamente coagido, resolveu ligar para um advogado que o instruiu acerca de como proceder.

Após o B.O ser completamente redigido pela Delegada de plantão que o utilizou para produzir provas contra a vítima, o cidadão informou que não assinaria nenhum documento sem a presença de seu advogado, e aproveitou a tecnologia disponível em seu celular para enviar via Whats App uma cópia daquele B.O insano redigido de forma tendenciosa cujo objetivo era apenas servir ao Estado e defender os interesses daquela empresa cuja doação para campanha do atual prefeito foi de valor elevadíssimo.

Ainda dentro da delegacia, rumores e ameaças indiretas foram feitas a vítima, pois os políciais presentes sopravam e insinuavam o que poderiam fazer com ela após o expediente, relatando discretamente a outros colegas o modus operandis daquela corporação suja, e extremamente corrupta.

Uma das insinuações mais sérias foi a de um cabo que disse que sabia onde ficava a casa da vítima e que em frente a ela havia uma bar, que ele poderia passar a frequentar a paisana (P2) para obter informações sobre horários e costumes da vítima.

Outra delas foi a insinuação de que eles poderiam enquadrar a vítima por tráfico de drogas, sendo que um deles até pediu para um colega buscar maconha no veículo, droga que foi apresentada (Um Tijolão) para o cabo que estava mais próximo a vítima, que dizia que aquilo ali poderia render quase uma decada de prisão para quem fosse enquadrado portanto aquela quantidade de entorpecente.

A delegada, ainda assim pediu aos colegas, após saber que a vítima havia ligado para o 190 denunciando a coação consumada no local, que fosse utilizada de todas as formas possíveis na LEI para complicar a vida da vítima, como forma de vingar-se pela petulância de tê-la denunciado.

A vítima sequer foi consultada na elaboração do B.O, apenas uma pequena e desprezível amostra de depoimento, fora coletada, onde a vítima deu o nome de duas outras testemunhas presentes no momento em que o motorista quase colidiu o veículo com o poste.

Ou seja, o B.O foi redigido de forma totalmente parcial, e com a opinião da Delegada, que queria apenas produzir provas para foder com a vida da vítima.

Dentre as provas produzidas posso destacar, a citação de que a chave foi retirada da ignição com o veículo em movimento, sendo que a única pessoa que poderia alegar isso, além da vítima, seria o motorista, ausente no DP naquele momento.

A verdade é que o cidadão retirou a chave da ingição, conforme citado anteriormente, enquanto o veículoe stava parado, após a quase colisão do veículo com o poste.

Outra prova produzida, foi a omissão de detalhes que comprometeriam o motorista e também as autoridades envolvidas na coação.

Uma informação dada em depoimento que fora omitida, foi a citação do CB da PM que antes de conduzir a vítima para o DP disse:

"Estou tentando resolver isso da melhor forma para os dois, se você insistir nisso poderá ser enquadrado no artigo de Falsa Comunicação de Crime"

Tudo bem que a falsa comunicação de crime seja tratada pela legislação efetivamente como um crime, mas na minha ignorância legislativa, a utilização da Lei para coagir uma vítima consiste em prevaricação.

Prevaricação é um crime funcional, praticado por funcionário público contra a Administração Pública. A prevaricação consiste em retardar, deixar de praticar ou praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.

Art. 319: "Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal:

Pena: Detenção, de três meses a um ano, e multa.

Ainda assim, como o Policial Militar e a Delegada, poderiam afirmar que a vítima teria feito uma falssa comunicação de crima, se eles próprios negaram-se a fazer o B.O do motorista, assim como o exame de sangue, deixando-o ir para casa de carona com o fiscal?

Outra informação importante omitida, foi a prevaricação ocorrida já dentro do DP, onde o escrivão, tratou de coagir a vítima e humilhou ela, inclusive gritando e mandando ela calar a boca e só escutar a leitura do B.O sem questionar as provas e argumentos criados e a omissão de informações importantes.

A delegada, ainda insatisfeita, pediu total rigor na apuração do suposto crime cometido pela vítima que sentiu-se coagida, e prometeu fazer o que estivesse ao alcançe dela para colocá-lo atrás das grades.

Configurando assim outro crime, que pode ser enquadrado como abuso de autoridade.

Após ser liberado, e tratado pelas autoridades com ódio e ameaçado de diversas formas, o cidadão seguiu sua viagem em outro ônbus da mesma empresa, cujo o motorista deixou de parar em diversos pontos de ônibus, deixando para trás e na chuva idosos e deficientes que acenaram solicitando a parada do veículo, contudo após alguns pontos sem parar, ele deparou-se com um cidadão que estava em um dos pontos, e que ao observar que o ônibus passou sem parar e parou no semáforo logo a frente, tratou de quebrar um dos vidros do veículo, fugindo em seguida.

O cidadão e vítima do motorista embriagado, partiu então para cassa, na incerteza acerca da legitimidade e da credibilidade da polícia militar e da cívil.

Ele guarda então pelo processo que deve correr até chegar nas mãos de um Juiz que irá convidá-lo para depor em juízo.

Em suma a corrupção está tão enraizada nas Polícias, que a vítima de um CRIME ao denunciá-lo poder facilmente tornar-se um CRIMINOSO, apenas por que a polícia serve SIM aos interesses do Estado e da Iniciativa Privada, sem se importar com a sociedade cívil.

O nome da vítima foi mantido em sigilo, devido ao risco que revelar-se pode causar a sua integridade e a sua vida.

O nome da delegada de Plantão foi omitido, e a vítima acabou sem cópia do Boletim de Ocorrência.

Tal relato enquadra-se em Estado policial
Credibilidade: UP DOWN 0
Comentários
HowardMt (Aug 17 2014)
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Thomassice (Sep 6 2014)
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